Com rotina disciplinada e paixão pela profissão, o
paulistano Marcos Caruso recebeu a Espresso para um bate-papo sobre suas mil e
uma facetas no teatro, televisão, cinema e o que mais aparecer
TEXTO Diego
Muniz FOTOGRAFIA Rafael Cañas
É difícil imaginar o que a peça Trair e Coçar, é só Começar, em cartaz há 23
anos, tem em comum com a adaptação de As Pontes de Madison, que acabou de
estrear nos palcos paulistanos. Encontrar uma semelhança entre a novela Páginas
da Vida, da TV Globo, com o folhetim Ana Raio e Zé Trovão, da extinta TV
Manchete, também não é uma tarefa fácil. Mas esses trabalhos, que à primeira
vista parecem diferentes, carregam as várias facetas de Marcos Caruso. "Sou um
obstinado pelo meu ofício." É assim que aos 57 anos Caruso se define.
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Marcos em 1989 no espetáculo Tudo no Escuro, de Peter
Shaffer, produzido pelo ator no paulistano Teatro Maria Della Costa.
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