A partir de 2006, o engenheiro agrônomo Diogo Dias percebeu que era preciso atualizar o maquinário para sobreviver diante das mudanças do mercado cada vez mais exigente. No início foi difícil aplicar novos conceitos e transformar tradições, mas aos poucos conseguiu implantar as ideias para as quais o avô Joaquim José de Carvalho Dias torcia o nariz. Substituições perceptíveis ao longo do caminho percorrido na fazenda, em busca da melhor forma de produzir cafés especiais.
Devido à topografia da região, todo o trabalho na lavoura é realizado manualmente. Neste ano a fazenda completa 118 safras. A colheita reúne 120 funcionários, entre fixos e temporários, e segue de maio até outubro. "É muito importante que a outra ponta do negócio de café, o barista, no caso, conheça como funciona o cultivo do grão que ele maneja. Só assim vai saber como tratar o café e que sabores pode ressaltar para o cliente", comenta Cláudio Dias.
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