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Os finger foods trazem estilo ao servir e uma nova experiência gastronômica a festas, jantares informais e até mesmo à mesa dos grandes restaurantes

TEXTO Júlia Zillig IMAGEM Roberto Seba PRODUÇÃO Andréa Silva

Pastéis, salgadinhos, cachorro-quente. Quem nunca comeu um desses, que atire a primeira pedra. A velha comida "para comer com as mãos" é tradicional nas ruas. Nas festas, a praticidade levou esses itens para as bandejas e mesas. No entanto, esse antigo hábito atualmente tem uma nova roupagem. Deixou de ser uma gafe, ganhou um toque de glamour e se tornou um conceito presente em festas sofisticadas, eventos e também nos restaurantes contemporâneos.

O chamado finger food é um novo modo de servir e conquistou adeptos em todos os países do mundo. Reza a lenda que a expressão ficou conhecida quando a atriz inglesa Joan Collins passou a pedir aperitivos para comer com a ponta dos dedos para não borrar seu batom. É bem-vindo nos jantarzinhos informais, em coquetéis, eventos, etc. A palavra de ordem no assunto é criatividade. "Normalmente, a apresentação de um finger food é cheia de beleza. Podemos brincar com cores, formas, tamanhos", diz a chef Sandra Romansini.

"Temos que ter a preocupação de servir preparações que possam ser comidas de uma vez só, evitando que o cliente tenha que morder mais de uma vez."

Nas mãos dos chefs de cozinha, o finger food é um verdadeiro laboratório de sabores. Canapés frios, quentes, espetinhos, minicups, sanduíches, placas, terrines, wraps, tortillas, baby baked, saladinhas e até mesmos os hits da comida japonesa, como os sushis, hoje são considerados finger foods. Recebem as honras em termos de apresentação como um prato que vai à mesa dos grandes restaurantes. "Num primeiro momento, as pessoas comem com os olhos, por isso a importância da boa apresentação também do finger food. E é claro, sem esquecer o aroma", explica Erick de Domenico, chef do restaurante Shimo, especializado na mescla da culinária japonesa com a peruana.

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Edição 25 – Setembro / Outubro / Novembro 2009
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